Intérpretes/Bandas actuais preferidos(as): Folk Americano, Rock, e algumas Italianas
Videoclip preferido:
os eternos
&
por agora
&
ainda
Last Christmas I gave you my heart But the very next day, you gave it away This year To save me from tears I'll give it to someone special
Once bitten and twice shy I keep my distance But you still catch my eye Tell me baby Do you recognize me? Well It's been a year It doesn't surprise me (whispered) Merry Christmas, I wrapped it up and sent it With a note saying "I love you" and meant it Now I know what a fool I've been But if you kissed me now I know you'd fool me again
[Chorus x2]
A crowded room Friends with tired eyes I'm hiding from you And your soul of ice Oh my I thought you were Someone to rely on Me? I guess I was a shoulder to cry on A friend to discover with a fire in her heart A girl under cover but you tore me apart You tore me apart, ooo-ooo Now I've found a real love you'll never fool me again
[Chorus x2]
A friend to discover with a fire in her heart A girl under cover but you tore me apart [Spoken] Maybe next year, I'll give it to someone I'll give it to someone special.
Favorite Movies
Favorite TV Shows
Policiais
Documentários
Comédias
APANHADOS
&
como não poderia
deixar de ser
a
"love story"
Aviso:
As cenas que se seguem, são
susceptíveis de ferir algumas sensibilidades.
O meu maior susto até á data
foi provocado por mim mesmo.
Sporting
Sporting
Sporting
Sporting
Os amigos
do Porto que desculpem, mas este então, é demais.
E que
dizer dos azares dos outros
Quem diz
que as mulheres não são lutadoras, quem diz?
Então este
diverte-me imenso, as figuras que alguns de nós fazemos
Era uma vez o amor... O amor morava numa casa assoalhada de estrelas e toda enfeitada de sóis. Mas não havia luz na casa do amor, porque a luz era o próprio amor.
E então o amor queria uma casa mais linda para si! - Que estranha mania essa do amor! E fez a terra, e na terra fez a carne, e na carne soprou a vida, e na vida imprimiu a imagem da sua semelhança. E a chamou de ser humano.
E, dentro do peito do ser humano, o amor construiu a sua casa, pequenina, mas palpitante, inquieta e insatisfeita com o próprio amor. E o amor foi morar no coração do ser humano e coube todinho lá dentro, porque o coração do ser humano foi feito para o infinito.
Uma vez, o ser humano ficou com inveja do amor. Queria para si a casa do amor, só para si, como se o amor pudesse viver só. E o ser humano sentiu uma fome torturante e comeu!...
O amor foi-se embora do coração do ser humano. O ser humano começou a encher seu coração: encheu-o com as riquezas da terra e ainda ficou vazio.
E o ser humano, triste, derramou suor para ganhar a comida. Ele sentia sempre fome e continuava com o coração vazio. E, certo dia, resolveu repartir o seu coração inútil com as pessoas que o amavam. O amor soube... Vestiu-se de afectos e veio também receber o coração do ser humano.
Mas o ser humano com medo do amor, deu-lhe o sofrimento.
E continuou a derramar o suor para ganhar a comida. O amor então teve uma ideia: vestiu-se de carinho, disfarçou-se de beijos e ficou quietinho no seu canto à espera. Quando o ser humano faminto ao final do dia se aproximava de mansinha, o amor acolhia-o, sem criticas.
E o coração do ser humano encheu-se de plenitude.
Há momentos supremos de alegria, felicidade e de cumplicidade em que desejamos parar o tempo para sempre. Esses momentos, são os que partilhamos com quem mais amamos, quando desprovidos de qualquer preconceito, conseguimos voltar às nossas origens primitivas… à nossa infância repleta de meninices.
O amor morava numa casa
assoalhada de estrelas
e toda enfeitada de sóis.
Mas não havia luz na casa do amor,
porque a luz era o próprio amor.
E então o amor queria uma casa mais linda para si!
- Que estranha mania essa do amor!
E fez a terra,
e na terra fez a carne,
e na carne soprou a vida,
e na vida imprimiu
a imagem da sua semelhança.
E a chamou de ser humano.
E, dentro do peito do ser humano,
o amor construiu a sua casa,
pequenina, mas palpitante,
inquieta e insatisfeita com o próprio amor.
E o amor foi morar
no coração do ser humano
e coube todinho lá dentro,
porque o coração do ser humano foi feito para o infinito.
Uma vez, o ser humano ficou com inveja do amor.
Queria para si a casa do amor, só para si,
como se o amor pudesse viver só.
E o ser humano sentiu uma fome torturante e comeu!...
O amor foi-se embora do coração do ser humano.
O ser humano começou a encher seu coração:
encheu-o com as riquezas da terra e ainda ficou vazio.
E o ser humano, triste, derramou suor para ganhar a comida.
Ele sentia sempre fome e continuava com o coração vazio.
E, certo dia, resolveu repartir o seu coração inútil com as pessoas que o amavam.
O amor soube... Vestiu-se de afectos
e veio também receber o coração do ser humano.
Mas o ser humano com medo do amor, deu-lhe o sofrimento.
E continuou a derramar o suor para ganhar a comida.
O amor então teve uma ideia:
vestiu-se de carinho, disfarçou-se de beijos e ficou quietinho no seu canto à espera.
Quando o ser humano
faminto ao final do dia se aproximava de mansinha,
o amor acolhia-o, sem criticas.
E o coração do ser humano encheu-se de plenitude.
Há momentos supremos de alegria, felicidade e de cumplicidade em que desejamos parar o tempo para sempre. Esses momentos, são os que partilhamos com quem mais amamos, quando desprovidos de qualquer preconceito, conseguimos voltar às nossas origens primitivas… à nossa infância repleta de meninices.